quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Querido Presidente George W. Bush,

Não há muito a dizer além de que essa é uma excelente música da Pink para o "Dear American President", Bush. Leiam a letra e acessem o link para ver o vídeo com a performance ao vivo da cantora.

"Dear Mr. President"
(Pink feat. Indigo Girls)

Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.

What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?

How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?

Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.

What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.

How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?

Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh

How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?

A Espera

E ela só sabe querer alcançar o que já possui...

Eu espero o amor e ele me espera. E o mais engraçado é que eu já o encontrei. E eu não posso encontrar duas coisas mais pertencentes uma a outra. Eu e o amor, o amor e eu. O que mais dói é que eu não posso viver com o amor. Não, não agora. Apenas viver por ele. Eu não posso abraçar o amor, nem beijar o amor. Eu não posso ver o amor, não posso tocá-lo, não posso perder meu tempo com ele. Eu não posso nem ao menos fazer o amor, mesmo que ele ja esteja cravado em cada pedaço do meu ser. O máximo que eu posso fazer por ti, amor, é esperar. Esperar padecendo, aguardar enlouquecendo. Mas, se é pra ver seus olhos olhando nos meus outra vez, ah, amor...eu espero esperando.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Mas...por que jornalismo?!?!

“Comecei a pensar nas coisas em que eu realmente gostava de fazer, e aí vi que eu gostava muito de ler, falar e escrever. Pensei em algo na área de comunicação e foi o jornalismo que me atraiu”, conta Bianca Ferreira, 21, estudante do 3º ano de Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. De fato, nada mais sensato do que escolher estudar e até se especializar em algo que nos atrai. A busca pela satisfação profissional e, de certa forma, pessoal, muitas vezes acaba sendo o ponto mais importante na hora da escolha do curso antes de prestar o vestibular. Mas por quê jornalismo? O que o mundo da informação representa para aqueles que o escolhem como objeto de estudo e trabalho? Foi por conta deste interesse e curiosidade que decidi buscar conhecer um pouco e apresentar aos leitores deste blog, o que o jornalismo representa aqueles que o estudam e que exercem a profissão.
A princípio, definir a palavra jornalismo, pode se tornar algo complexo, afinal, o seu significado é diferente para cada um que o estuda, o compreende e o vivencia Quando perguntamos à uma pessoa que não estuda jornalismo a definição da profissão, a resposta mais comum é “jornalismo é o ato de transmitir notícias como elas realmente são, sem nenhuma interferência”. Quando a mesma pergunta é feita para um estudante, diversas definições surgem. “Jornalismo é uma atitude. É o ato de estar atento, de observar, de relatar”, diz Karine Massacani, 19, estudante do 3º ano de Jornalismo na PUCCAMP. Já Thiago Kretli, 20, da mesma turma que Karine, diz que a profissão nada mais é que é informar e orientar seus leitores sobre a realidade de maneira simples e atual. Fernanda Peixe, 26, jornalista, entende que o ato de transmitir às pessoas um fato com ética, é exercer jornalismo. Mesmo na área de assessoria de imprensa, onde atua há anos, Fernanda acredita que a comunicação tem um papel cada vez mais forte para que as empresas se comuniquem de forma correta com seus funcionários, jornalistas e mercado.
São essas definições que constroem o jornalismo. Sabemos que aquele que estuda jornalismo também sonha. Sonha em ser redator de um grande jornal, crítico de algum editorial, repórter ou âncora do “Jornal Nacional”. Sonha também em ficar famoso e rico, viajar o mundo inteiro, se tornar um correspondente internacional. Naturalmente, as diversas áreas que podem ser seguidas dentro da profissão tornam os anseios dos acadêmicos tão abrangentes quanto a própria profissão.São tantos ideais, tantos sonhos, muitos do tipo de “querer mudar o mundo” com as palavras impressas em jornais, ditas no rádio ou na televisão. Claro que não é nada fácil, convenhamos, mas é absolutamente normal. Não há nada mais normal do que criar metas para serem alcançadas, e, para isso, é na universidade onde se busca o conhecimento para que todos esses sonhos possam se tornar possíveis.
Aquele aluno que escolheu estudar jornalismo por poder o tempo todo falar o que esta acontecendo, esclarecer dúvidas, informar as pessoas, por gostar de ler, escrever, ir atrás de coisas novas, sem dúvida quer ir mais além disso tudo. Assim como Bianca, Karine e Thiago, buscar entender, compreender o mundo e suas constantes mudanças, estar sempre em contato com tantas pessoas diferentes num período de tempo muito curto, sem dúvida, são características que atraem grande parte daqueles que escolhem entrar e mergulhar nesse mundo de curiosidades, descobertas, mudanças, e, não que seja o papel do jornalismo salvar o mundo, mas ele pode, indubitavelmente, trazer elementos para uma grande mudança.

O DIREITO AO GRITO


Olá a todos,

Não, não é modismo, muito menos "pagação". Decidi criar um blog para que eu possa deixar disponível a todos que gosto, algumas idéias, pensamentos, textos (com caráter jornalístico ou não) e imagens. Dessa forma, acredito poder ajudar, criar, informar e melhorar ainda mais em uma das coisas que eu mais tenho paixão em fazer: escrever.

Como cito na descrição deste blog, Clarice Lispector já dizia: "Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando..." . E é bem isso...

De certa forma, aqui é um espaço onde posso expressar minhas idéias, aqui é onde tenho "o direito ao grito". Portanto, fiquem à vontade para dicas, sugestões e críticas! :)

Abraços a todos,

Angel